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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Histórias felizes de jundiaienses

Segue abaixo a matéria de Renata Perre sobre felicidade no Jornal da Cidade, do dia 28/11/2010, com um pequeno depoimento meu. Afinal, dinheiro traz felicidade? As histórias que ela relata são muito bonitas e precisam ser divulgadas, pois nem só de tragédia vive a humanidade. Vamos nos fazer felizes!  

Fonte: www.jornaldacidade.com.br
























































PS: "Felicidade se encontra em horinhas de descuido" (Guimarães Rosa).

Marilyn disse...


Marilyn Monroe
Ontem eu estava lendo algumas frases da senhora Norma Jean, mais conhecida como Marilyn Monroe e resolvi postá-las aqui no blog. Marilyn nasceu em 1926, o mesmo ano em que minha avó (morrendo de saudades, verei ela hoje!) e faleceu em 1962, com apenas 36 anos. Ficou conhecida pela sua carreira  no cinema, atuando em 30 filmes e também pela sua beleza.  
Deixo algumas declarações dela para nossa reflexão:

"Sou egoísta, impaciente e um pouco insegura. Cometo erros, sou um pouco fora do controle e às vezes difícil de lidar, mas se você não sabe lidar com o meu pior, então com certeza, você não merece o meu melhor!".

"Uma garota sábia beija mas não ama, escuta mas não acredita e parte antes de ser abandonada." (Como é difícil fazer isso, heim Norma Jean!)

"Se você consegue fazer uma garota rir, você consegue fazer ela fazer qualquer coisa." (Isso é uma quase verdade). 

"A imperfeição é bela, a loucura é genial e é melhor ser absolutamente ridículo que absolutamente chato." (Muito boa!).

"Qualquer coisa que mereça ser possuída, merece ser esperada." (Paciência é a alma do negócio).

A minha predileta: "Mulheres comportadas, raramente fazem historia."

PS: "That it´s too late/ To say you´re sorry/ It´s too late/ To say you´re mine/ I have found myself a new love/ And I´m gonna make her mine" (Johnny Rivers).

domingo, 28 de novembro de 2010

And the dream continues...

Pense no que seria um dos melhores dias de sua vida: sol, final de semana,  óculos escuros, chapéu, sombra e água fresca... Não! Era um dia totalmente ao contrário disso, um dia que tinha tudo para dar errado: uma segunda-feira, trânsito, chuva, capa, cabelo totalmente despenteado, roupa molhada. Mas teve Paul McCartney, e ele fez toda a diferença.

Simplesmente foi o melhor show que já fui e, tenho certeza que será por toda a vida.
Nesse dia conheci as pessoas com quem eu estava organizando a excursão, todos muito bacanas, demos bastante risada e tenho certeza de que ficaram satisfeitos com a apresentação tanto quanto eu.
Essa alegria não tem preço!
Chegamos ao Morumbi por volta de umas 16h e começou a chover.  Como costumo dizer "Até parece que seria fácil...". Eu e minha mãe estávamos resistindo, mas tivemos que comprar a bendita capa de chuva feita com um plástico que, praticamente, não nos protegia, só criava a ilusão de que estava nos protegendo, na verdade era só para não nos molharmos diretamente.
Na fila também foi uma comédia, conhecemos uma tia e uma sobrinha que vieram de BH, o pessoal da frente também era muito animado, tinha uma menina com uma tatuagem "all you need is love" nas costas, gente cantando música dos Beatles, com camisetas e tudo mais, enfrentando aquele tempo chato com o maior bom humor. Minha mãe, como sempre, achou tudo o máximo, não reclamou de nada, um amor mesmo. Eu, que detesto me molhar, como muita gente sabe, nesse dia nem achei tão ruim ficar lá parada, tomando chuva. Realmente foi por uma boa causa.
Entramos por volta das 18.30h e ficamos na arquibancada laranja. Deu para ver bem, ficamos sentadas só até começar o show, comemos nossos lanchinhos... rs!
No estádio, o tempo oscilava entre uma chuvinha bem fraca e algumas tréguas.
Por volta das 21:40h já não chovia mais e, quando Paul McCartney subiu ao palco, eu realmente não acreditava no que estava vendo. Para minha felicidade, ele abriu o show com o clássico "Magical Mystery Tour", dos Beatles. Fantástico!
Paul e Rusty Anderson
Durante todo o show eu não sabia se filmava, tirava fotos ou simplesmente curtia e não fazia nada. Se eu não estivesse com as fotos e os vídeos, não acreditaria que esse dia existiu.
As músicas foram perfeitas, incluindo as fases da carreira de Paul com The Beatles e Wings.
Obviamente, embora eu tenha ficado fascinada com todo o repertório, as músicas dos Beatles foram as que mais mexeram comigo, pois remontam lembranças, expectativas e uma série de sentimentos.
O velho e bom McCartney
Quando ele cantou "All my loving" eu me senti a pessoa mais feliz do mundo por ver um beatle cantando uma música que  ouvi quase que a vida inteira. Em vários momentos do show meus olhos ficaram cheios de lágrimas e não dava para acreditar que tudo aquilo estava realmente acontecendo. A doçura da música "My love" que ele fez para Linda McCartney; a energia de "Higway", "Get back", "Live and let die", "Day tripper", "Back inte USSR", "Paperback writer" (quando usou a mesma guitarra utilizada na gravação da música), dentre outras; as preciosidades "I'm looking trough you" e "Two of us"; "Eleanor Rigby" que arrepia logo no começo com o coro "Ah, look at all the lonely people"; as homenagens a John e George com "Here, today" e "Something" ("I don't know, I don't know..." - maravilhosa!); as fascinantes "Yesterday" , "Let it be" e "Hey Jude"; o pedido de  paz  em "Give Peace A Chance"; a felicidade de "Ob-la-di ob-la-da" e "SGT Pepper's Lonely Hearts Club Band"... não dá para expressar tudo isso apenas com palavras. Cada música desperta um sentimento diferente, cada uma fica impressa na memória de um jeito especial. É aquele show em que você sente a música dentro de você, em que ela se torna parte do seu corpo, da sua alma. Foi uma noite inesquecível, faz uma semana que não consigo deixar de ouvir as músicas do show, enfim... foi realmente um grande, enorme, imenso presente!
A banda que acompanha McCartney é incrível, muito boa.O Paul então, dispensa comentários! Ele é lindo, super simpático, adorável, com uma energia incrível, muito bom e realmente ama o que faz. Parece que os anos não passaram para ele. "Tudo bem in the rain?", "Vocês são marrr-a-vi-lhooo-sos" (E eu respondendo "Maravilhoso é você!" e "Agorrr-a vamos emborrr-a!" (Não!!!) são frases que ficarão na minha memória.

Valeu à pena todo o esforço para comprar e retirar os ingressos, montar excursão, tomar chuva, tudo, tudo isso para ir ao show de um beatle e guardar uma lembrança mais que especial na memória e no coração.

PS: "You and I have memories/ Longer than/ the road that stretches out ahead" (The Beatles).

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

6ª Olimpíada de Redação de Jundiaí - "De que vale a vida?"

Ontem participei da premiação da 6ª Olimpíada de Redação de Jundiaí, com o tema “Solidariedade, tolerância, sentimentos e outros valores de vida”, que teve 3.314 trabalhos inscritos, distribuídos entre as categorias mirim, infantil, juvenil e adulto.
Minha mãe, né!
Foram 12 trabalhos premiados em cada categoria. Conforme chamavam os premiados, da categoria adulta, eu estava ali pensando "Ah, quem sabe dá para ficar entre a sexta e a décima colocação...".  Posteriormente, começaram a chamar do quinto em diante e eu olhei para minha mãe e disse "Meu texto até que estava bonito, mas acho que dessa vez não vai rolar, não...".  Antes do mestre de cerimônia anunciar a primeira colocação, tive um rápido pensamento "Bom, agora é tudo ou nada" e, para minha extrema surpresa, ele anunciou que a crônica vencedora era "De que vale a vida?". Simplesmente não acreditei, virei para minha mãe e disse "É a minha!" e, finalmente, fui chamada para receber o prêmio.
Com a Sra. Marialice Fossen
Estou meio "passada" até agora, quem me conhece sabe que eu faço as coisas sem a menor pretensão e, às vezes, acaba dando certo. No ano passado consegui a 11ª colocação com a redação "E pur se muove", sobre astronomia (aliás, preciso publicá-la aqui), que fez parte da coletânea publicada esse ano, mas jamais imaginei que esse ano teria um trabalho premiado em primeiro lugar, nunca na vida... rs!
Estava difícil carregar os livros... rs
Há cinco anos atrás eu tinha pavor de escrever a bendita redação do vestibular e da prova dissertativa da Unicamp, que, ironicamente, foi a universidade em que ingressei, em um curso que não bastava apenas ler pra caramba, mas também escrever e tentar fazer isso da melhor maneira possível, se fazendo compreender de forma clara e precisa. Posso dizer que a Unicamp foi uma grande escola nesse sentido e também para eu pudesse compreender a importância social da leitura e da escrita, principalmente nas disciplinas Fundamentos da Alfabetização, Leitura e Produção de Texto e os Estágios.
Parabéns à todos os participantes e aos demais vencedores. É muito gratificante como pedagoga, aspirante a escritora e tantas coisas que eu tento fazer, ver aquele tanto de gente escrevendo sem medo, independente da idade ou de qualquer outra coisa.
Agradeço à todos que partilham essa alegria comigo, que lêem meus textos (nem sempre bons) e que fazem minha vida mais feliz.

Segue o nome dos vencedores de cada categoria e o meu texto:


Categoria Mirim
1º lugar - Larissa Maria Ferreira
2º lugar - Guilherme J. Kozenerskas
3º lugar - Christopher Dal Bello

Categoria Infantil
1º lugar - Bianca Heloísa Fódra
2º lugar - Vitória Eichenberger
3º lugar - Flávia Regina Binati de Oliveira

Categoria Juvenil
1º lugar - Júlia M. N. Zini
2º lugar - Rafaela Rodrigues de Andrade
3º lugar - Cristiane Ferreira de Lira

Categoria Adulto
1º lugar - Carmen Aline Alvares Nogueira
2º lugar - Dárcio Vieira Chaves
3º lugar - Ana Lúlia Longo Vermiglio

De que vale a vida?


            Caos. Medo. Desespero. Em meio a tanta destruição, começo a acreditar que inferno acontece aqui na terra. A situação é muito pior do que eu poderia imaginar. Desde que cheguei ao Haiti, não consigo parar de pensar no quanto nós, seres humanos, somos frágeis e vulneráveis diante da natureza e, ainda assim, somos tão arrogantes diante dela.
            Enquanto tento organizar o tumulto das pessoas para receberem água e comida, entre os cadáveres e os escombros que restaram de Porto Príncipe, também observo algumas procurando seus pertences, outras seus entes queridos. No fundo, penso que todos estão procurando por algo que lhes dê esperança para seguir em frente.
            Como se não bastasse toda essa destruição, as pessoas ainda estão submetidas a situações de violência, impulsionadas pela luta para garantir sua própria sobrevivência ou mesmo pelo desejo de se aproveitar da calamidade.
            Contraditoriamente, apesar dessa lastimável tragédia, atitudes de solidariedade e compaixão me mostram que ainda é possível acreditar no ser humano. Nesse momento em que o mundo volta os olhos para o Haiti, um lugar que já sofria com a pobreza, fome e durante muito tempo esteve esquecido por todos, pois muitas vezes preferimos ignorar determinadas realidades por puro egoísmo e nos manter reclusos no conforto de nosso próprio lar, pessoas de diferentes localidades se mobilizam em prol de uma causa: amparar e auxiliar na reconstrução dessas vidas, permitindo-lhes o mínimo de dignidade.
            É muito mais simples assistir ao noticiário, ler o jornal e fazer de conta que as tragédias dos outros não fazem parte do nosso mundo. Mas e se fosse comigo? E se fosse a minha família? Meus pais, meus filhos? Precisamos deixar de lado nosso individualismo e nos colocar no lugar do outro. É preciso estar onde o outro está, sentir como o outro sente. Só assim podemos compreender e compartilhar de suas necessidades. Não é possível solidarizar-se com outro ser humano observando a situação a partir de uma única perspectiva, sem trocarmos de lugar com ele.
            Quanto vale a vida? Viver é acumular capital, ter casa bonita e carro do ano, passar por cima de tudo e de todos para realizarmos nossos desejos mais egoístas? De que vale toda riqueza do mundo se nós ainda não aprendemos a viver, se não aprendemos a amar e a respeitar o próximo, se fazemos guerras religiosas e as justificamos em nome de Deus, se discriminamos as pessoas pela raça, sexo ou desigualdade social, se alimentamos o preconceito por tudo que é diferente de nós e deixamos que ele corroa nossa alma? A alegria deve existir pelo simples fato de estarmos vivos, de respirarmos, contarmos com a presença de familiares, amigos e por termos a oportunidade de sermos pessoas melhores e contribuirmos para a construção de um mundo mais justo e igual. Viver é fazer da felicidade do outro nossa própria felicidade. Infelizmente, só percebemos o quanto a vida é valiosa e que não vivemos sem a ajuda dos outros quando estamos diante do caos e das dificuldades.
            Em meio a tantos pensamentos e imagens que me rodeiam, não consigo conter a emoção e uma lágrima escorre do meu rosto. Nesse momento uma criança magra e descalça, com as roupas sujas de terra, sorri, corre em minha direção e me dá um abraço, o mais forte de toda minha vida e eu, simplesmente, consigo retribuir enquanto balbucio “You may say,/ I'm a dreamer/ But I'm not the only one/ I hope some day/ You'll join us/ And the world/ will live as one” [1].


[1]Trecho da canção “Imagine”, de John Lennon.


PS: "O gosto pela escrita cresce à medida que se escreve. " ( Erasmo de Rotterdam )

sábado, 20 de novembro de 2010

Matéria sobre o show do Paul no JC

Matéria para o JC (Imagem: Vera Gonçalvez)
Hoje fui ao Morumbi pegar o ingresso para o show do Paul McCartney, para não ter surpresa no dia! Ainda não estou acreditando, mas é verdade, está chegando... Que loucura, quando na minha via eu imaginei viver isso? Um dia ainda me lembro de ter falado para a Hanna "Já pensou, um dia, quando eu morrer, quem sabe poder ver os Beatles tocando numa outra dimensão, sei lá?", ela, claro, morreu de rir e fez uma cara tipo "olha o que essa Carmen fica pensando". Bom, ver o Paul já é um bom começo! rs...
Deu até vontade de ficar lá no estádio confraternizando, tem um pessoal acampando, tocando, outros vestidos como os Beatles, está bem legal! Também aproveitei a ida para dar um passeio pela Galeria do Rock, muito interessante, tem coisa pra caramba. Arrastei meu irmão comigo também, que topou a "fuzarca"  e toda a aventura "Jund-Estação da Luz-Morumbi" mesmo não podendo ir ao show segunda. O pessoal de Sampa também foi muito gente boa nos ajudando a descobrir qual ônibus pegar, ira até tal rua... principalmente o pessoal da guarda municipal e o cobrador do ônibus que nós pegamos, um cara bacana mesmo. Sem querer peguei o ônibus certo (eu falo que Deus ajuda a malandragem... rs). Tem gente que mesmo por alguns minutos faz o suficiente para não serem esquecidos.
Ontem saiu uma matéria no Jornal da Cidade aqui de Jund City sobre o show, está dando uma grande repercursão, eu não imaginava! Foi legal porque consegui montar uma van com outras pessoas da cidade e até mesmo da região e também deu para ajudar muita gente a conseguir carona ou como ir saindo de outras cidades. Me comuniquei com pessoas incríveis e na segunda-feira conhecerei essas nove que irão comigo, que já pude perceber que são super bacanas só pelas conversas via e-mail e telefone, fiquei muito feliz!
O mais engraçado é que tudo isso começou devido a uma simples postagem no site www.thebeatles.com.br, em que eu estava procurando como ir. Estou muito ansiosa, até sonhei com o Paul! Acho que será um dos momentos mais marcantes da minha vida e da minha mãe, apesar de termos feito muita coisa juntas. Minha expectativa para segunda? Acho que vou explodir de tanta felicidade, vou me emocionar demais...
Agora só volto depois do show, depois da entrevista do mestrado na terça, mas talvez antes do resultado da olimpíada de redação na quarta... essa semana promete! Vai dar tudo certo, estou acreditando.

Clique na imagem para ler a matéria - Fonte: www.jornaldacidade.com.br
 PS:  Eu adoro o mês de Novembro, mas este está sendo o mais maravilhoso de todos os tempos!

 

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Matéria sobre o Show do Paul McCartney para o Bom Dia

Ando meio sumida, mas é que estou correndo atrás de muitas coisas nos últimos tempos. Tive um final de semana maravilhoso, comemorei umas 4 vezes meu aniversário (se cada comemoração fosse um ano eu estaria perdida! rs...) com pessoas mais do que especiais para mim, estou me preparando para a entrevista do mestrado e também para o show do querido Paul. 
Por falar em Paul, ontem participei de uma matéria sobre seu show  a pedido de Glaucia Mazzei, do Jornal Bom Dia - Jundiaí.  Abraço, Glaucia e obrigada pelo convite!
Segue repostagem abaixo:

17/11/2010
À espera do show de Paul McCartney
Jovens de Jundiaí contam os dias para assistir ao show da Up and Coming Tour, sábado e domingo, no estádio do Morumbi, em São Paulo 

Gláucia Mazzei
Agência BOM DIA
Mariana de Barros Monteiro Ferreira não havia nascido quando John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr lançaram “All My Loving", "Eleanor Rigby" ou "Hey Jude". Também não vivenciou a beatlemania. Mas agora, aos 17 anos, vive a ansiedade em torno do show de Paul McCartney no Brasil.
Na próxima segunda-feira, Mariana, a amiga Yasmin Mendes Gonçalves, e a mãe Mônica, embarcam em uma Van com outras amigas de Jundiaí, com destino ao estádio do Morumbi, em São Paulo, onde Paul faz seu show, um dos mais esperados do ano.
“Estou ansiosa”, diz. “Gosto de Beatles, aprendi a gostar por causa dos meus pais.”

Montagem mostra Yasmin Mendes Gonçalves (ao centro) e Mariana Monteiro (à dir) caminhando na direção de Paul, na clássica foto em Abbey Road (fotos: Julio Monteiro/Agência BOM DIA)

A pedagoga Carmen Aline Álvares Nogueira, 25, também está ansiosa e diz que assistir a turnê Up and Coming Tour é uma oportunidade imperdível.
Carmen também assiste ao show de segunda e “arrasta” junto a mãe, a dona de casa Denise, 50. “Foi ideia minha. Cheguei e disse: nós vamos”, conta. “Ela disse que eu era louca mas vai saber quando o Paul volta ou se volta ao Brasil”.
Ela descobriu Beatles aos 12 anos. Ouviu uma música, depois outra e se apaixonou. “São letras empolgantes, que mexem com as pessoas”.
Para assistir ao show Carmen até pediu dispensa do trabalho e sai de Jundiaí com uma excursão que organizou. “Vamos de Van, já são 11 pessoas confirmadas.”

Já fui
O estudante Rodolfo Zago, 21, garante que Mariana, Carmen  e todo o público do estádio do Morumbi, sábado e e domingo, vão se surpreender. Ele assistiu ao show de Paul McCartney em Porto Alegre, no início deste mês e garante que é bom.
“Gostei porque o Paul fez um show não só com músicas de sua carreira solo mas também para quem quer reviver o clima da beatlemania.”
Ele saiu de Jundiaí sozinho para encontrar um amigo em Porto Alegre. Gastou R$ 770 entre passagem de avião e ingresso, mais R$ 100 de hotel.
Neste domingo ele assiste ao show de Paul novamente. O motivo? A vontade de ter vivido a beatlemania e apreciado as canções de Paul e companhia, como ocorreu com milhares de jovens na década de 60. “É uma forma de eu poder reprisar aquela época.”
Rodolfo descobriu o grupo aos 12 anos, garimpando livros e discos em sebos. Hoje coleciona algumas raridades, em vinil. 

Fonte: http://www.redebomdia.com.br/Noticias/Viva/37048/A+espera+do+show+de+Paul+McCartney

PS: Não dá para não ter Beatles por aqui nesse mês, né! Aí vai uma música que eu adoro "Falling, yes I'm falling..." 

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Matéria sobre o Show do Paul McCartney para o JJ

Ontem, eu e minha mãe participamos de uma matéria sobre o show do Paul McCartney, feita pela Marcia Mazzei, para o Jornal de Jundiaí. Além de falarmos um pouco sobre os Beatles e sobre o show do Paul, também foi um prazer conhecermos a Marcinha e o Rui, duas pessoas fantásticas, que nos deixaram bem a vontade e nos fizeram dar bastante risadas!
Segue a reportagem abaixo.


10/11/2010
BEATLES

Shows de Paul McCartney une gerações

Imagine poder comemorar seu aniversário no show de Paul McCartney? Pois é exatamente assim que a pedagoga Carmen Aline Alvares Nogueira decidiu celebrar seus 25 anos de idade: ao som de "Hey Jude", "Yesterday" e "All My Loving", Sucessos que, certamente,  não vão faltar nas apresentações que o ex-beatles fará nos dias 21 e 22 de novembro, no Estádio do Morumbi, em São Paulo.

Imagem: Rui Carlos
Clássicos que Carmen cresceu ouvindo e aprendeu a gostar. Recentemente, a jovem adquiriu uma coletânea dos Beatles que relata as histórias existentes por trás de cada canção. "Curto tanto que nem saberia te dizer qual o som que mais gosto. Uma coisa eu sei: aos finais de semana, não pode faltar Beatles", relata.

Dividir esta emoção foi o que Carmen decidiu fazer ao levar a mãe, Denise Alvares Nogueira, 50 anos, ao show. "Estou tão ansiosa que nem sei descrever o que estou sentindo. Com o meu jeans e sapato baixo, vou dançar muito no meio daquela multidão", promete.

Os embalos dos Beatles marcaram a adolescência de Denise. "Momentos inesquecíveis que vivi ao som de Paul e sua turma", conta. A diferença etária não inibe Denise, que se perde nas palavras ao tentar descrever o que acredita que irá sentir quando Paul subir ao palco, no dia 22. "Vou agradecer minha filha por ter proporcionado este momento tão importante e, em seguida, vou pedir para ela me beliscar", brinca.

Mais comedida, porém não tão menos ansiosa, Carmen espera sentir a mesma energia que encontra ao ouvir qualquer melodia do quarteto de Liverpool. "Na verdade, a imagem que eu tenho do Paul não é a de um senhor de 68 anos, mas do menino que acreditou em um sonho e conseguiu transformá-lo em realidade com o George, Ringo e John.

Fanatismo - Aquele que segue ou defende apaixonadamente uma seita ou opinião. Assim, o dicionário define fanatismo. No caso do advogado Moisés Henrique Gatera Oliveira, 31 anos, o fervor excessivo e irracional deve ganhar impulsos na próxima semana, quando Paul subirá ao palco do Morumbi.

"Caras como McCartney são imperdíveis, especialmente porque os Beatles são minha banda favorita", diz Moisés que adquiriu os ingressos pela internet, acessando o sistema 30 minutos antes de entrar no ar. Não é apenas o tempo que Augusto não mede quando o assunto são os Beatles. Dinheiro também não é problema para este "beatlemaníaco", como ele se autodefine. "Gastei uma quantia razoável para assistir ao show de perto. Só não vai ser perfeito por que os demais integrantes não estarão juntos no mesmo palco". 

A inspiração para ouvir Beatles, Moises encontrou na veia artística da família. "Nasci em um ninho de músicos. Todos apaixonados por esta balada que envolve a geração dos meus pais e meus tios", brinca. Augusto revela que assistir a shows de artistas internacionais faz parte de sua rotina. "Depois desta apresentação, confesso que pretendo me ´aposentar´ de megaseventos musicais como este".


Como não poderia deixar de ser, assim que Paul McCartney subir ao palco, na noite de segunda-feira, Moisés promete compartilhar com a multidão a emoção do som do ex-Beatles, que representa a trilha sonora de sua família e dos momentos que marcaram sua infância e parte da sua juventude. "Nem imagino o que vou sentir quando o show começar".


MARCIA MAZZEI
Fonte: http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=4&Int_ID=130607

PS:  Depois dessa, minha mãe está se sentindo uma celebridade...  e eu ainda não acredito que vou no show! Ainda parece surreal... rs!

NOVELO (Roseana Murray)

Com fina linha prateada
o sonhador borda a sua vida:
na fronteira entre o dia e a noite,
entre uma estrela e outra,
uma palavra e sua sombra,
ergue um castelo de vento,
desfralda as bandeiras da paz.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Desenho e Música

Desenho inspirado na música "Ob-la-di Ob-la-da", 09/11/2010
 "Desmond has a barrow in the marketplace
Molly is the singer in a band
Desmond say to Molly, girl I like you face
And Molly says this as she takes him by the hand

Obladi, oblada,
Life goes on, bra
La la how the life goes on
Obladi, oblada
Life goes on, bra
La la how the life goes on... " (Lennon/ McCartney)

PS: Sono, sono, sono... Fui!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O menino que amava Elvis

Elvis, provavelmente dando um autógrafo
Enquanto o menino brincava
A televisão ligada na sala
Ouviu sua irmã soluçar
Foi aí que ficou intrigado
“Quem era aquele sujeito
que fazia a menina chorar?”

Na tela viu várias imagens
e ouviu tantas músicas
Choro e homenagens
Tristeza e alegria
Pois o menino tornou-se fã
No momento em que o ídolo partia

Aprendeu a cantar
E a tocar como Elvis
Trocou os carrinhos pelo violão
Encantou seus amigos
E também sua irmã
Fez da música sua grande paixão

PS: Dedico esta poesia ao amigo Rudy, por todo carinho com que divulga a obra de Elvis em Jundiaí.